Sobre o MonaBantu
MonaBantu
O Movimento Nacional Nação Bantu - MonaBantu é um espaço político de discussão, elaboração e deliberação sobre questões concernente aos processo de luta contra discriminação, opressão de gênero e a intolerância religiosa na busca de reparações a nação Bantu¹. O MonaBantu é formado por comunidades tradicionais e espaços potenciais de vida² que desenvolvam trabalhos de valorização dos princípios da Visão de Mundo Africana³ e estas entidades juntas desenvolvem estratégias em torno de propostas que venham a constituir políticas públicas, tendo como eixo a valorização dos valores civilizatórios bantus. Portanto, é um espaço onde se definem diretrizes, metas e ações que dêem visibilidade, organicidade a implantação e interlocução de políticas para este segmento.
Nosso Objetivo
Propor e monitorar políticas publicas e projetos nas áreas de saúde, educação, cultura, comunicação, trabalho, assistência social, segurança alimentar, meio ambiente e segurança que garantam a qualificação, formação profissional, acadêmica e a inclusão socioeconômica e política da população afrodescendente Bantu.
Como alcançamos nossos objetivos
O Movimento Nacional Nação Bantu não tem personalidade jurídico, é um processo de caráter Nacional, realiza as suas atividades através da execução de programas e projetos, prestação de serviços à parceiros governamentais e não governamentais, que atuem em áreas afins, a nível municipal, estadual e nacional. Através de seus integrantes e do Instituto Integrantes da Terra - INTER, que foi constituído como uma pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos e de duração por tempo indeterminado para representar única e exclusivamente o Movimento Nacional Nação Bantu - MonaBantu,. Com sede e foro na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, Brasil.
Observação
1 - São os povos que vim ou viveram na região que hoje vai da republica de Camões a paises como Angola, Congo, Uganda, Namía, Moçambique, Zâmbia, África do Sul, Botswana, Zimbabw.
2 – As comunidades tradicionais de terreiros da Nação Bantu (quilombos urbanos) e nos remanescentes de quilombos rurais são entidades que através do acúmulo técnico, operacional, político e cultural apreendidos nas suas práticas religiosas e do cotidiano, expressa-se na cultura desenvolvida e mantida. Assim como através de núcleos de resistência chamados de espaços potenciais de vida como a Capoeira de Angola, Congadas, Maracatu e outras manifestações, que se contrapõem à visão de mundo capitalista excludente, que tem como cerne a lógica da discriminação, do racismo e do neoliberalismo.
3 – Ancestral conhecimentos e tradições milenares que contém um profundo pensar, uma forma de conceber o mundo que os cercava , conforme a realidade regional, o estágio de organização e desenvolvimento em que se encontram. Ou seja, sua formas de codificar, comunicar e expressar seus pensamentos, sentimentos, suas crenças. .As formas de que se valem os africanos tradicionais para explicar, para expressar o que pensa, o que sente em relação ao sobrenatural são diversas e contam com provérbios, lendas, mitos, narrações, até mesmo fatos, acontecimentos da própria vida, uma vez que a forma de religiosidade tradicional africana não é dissociada dos contextos da vida . Mundo natural, físico e mundo sobrenatural coexistem, interagem, se interrelacionam. A natureza com os seus elementos e fenômenos constitui a essência das religiões tradicionais africanas e da concepção que vêem o mundo. Cederno de Educação - A Força das Raízes - UNICEF, DEZ 1996.
Posted by Comunicação MonaBantu on 12 mai 2008
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on 24 jun 2008 at 22:18 # Josenilson Aragao Cerqueira (Ney Didan)
Parabens pelo movimento e pela luta dos ideais desse movimento, que lutam com força para que politicas afirmativas com reverencia a Diaspora que hoje de fato somos no Brasil, sou de Barueri sp e vejo que em questao de politicas afirmativas a cidade esta bem longe de ser exemplo de atitudes com a tal, pois nao temos no municipio,entidades que lutem pelas causas realmentes da cultura negras,fui delegado da 3º conferencia de saude municpal e umas das diretrizes que lutamos para ser concretizadas em no municipio foi politicas de saude para doenças especificas a raça negra como exemplo anemia fusiformes e outras e ate no momento nao colocadas em praticas precisamos de movimentos como este no municipio para fortalecer nossos papel de agentes sociais onde a cultura negra e religiosa estao sendo massacrada pela intolerancia religiosa no municipio e tambem nao temos espaços de referencia negra e cultura so observamos que a prefeitura do municipio da maioria evangelica respeitosamente nao temos nada contra porem os espaços fisicos publicos som sao cedidos a esses religiosos inumeras desapropiaçoes sendo dada ao centros evangelicos ai vem minha pergunta sera se o poder executivo dara algum umbandista o candoblecista um terreno para a mesma finalidade dos evangelicos?? fica a resposta para quando o movimento estiver no municipio de forma mais atuante e se depender de mim porfavor estou a disposiçao sem mais,
Ney Didan ocolo ojudan …
on 28 jun 2008 at 19:48 # GEOVAN JOÃO ALVES DA SILVA
Prezados irmãos;
Gostaria de participar e conhecer sobre o “MANABANTU” - Sou do ES, de origem bantu, sou “CABULA” -a nossa familia tem uma das história mais antiga do país - sabemos que os primeiros Angolanos que chegaram no Brasil, foi no ES. Temos muitas histórias, a Universidade esta discutindo com nosco sobre o levantamento histórico… masi já temos muitas coisas escritas deste dos anos 30… Saudações… Cabula…
OJÚ-OBÁ GEOVAN DE XANGÔ